Foi um domingo comum que virou o melhor domingo. Você fotografou, e a foto foi dormir no celular junto com as outras nove mil.
Ou estava, e não vê mais. A distância não é o problema — o problema é que nada atravessa ela sozinho: alguém precisa lembrar, mandar, e alguém do outro lado precisa saber abrir.
Na sala, no quarto, na mesa onde ela toma café. Você manda daqui e aparece lá, sem ninguém apertar nada.